Concursos de Tribunais
Redação para concursos de tribunais (TJ, TRT e TRF)
Treine a discursiva, a peça e o estudo de caso com um professor lendo sua resposta no espelho da banca — FGV ou Cebraspe — e mostrando onde ganhar precisão jurídica e norma culta.
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Em tribunal, a banca não perdoa norma culta nem fuga do comando
Concursos de TJ, TRT e TRF estão entre os mais disputados do país, e a discursiva costuma ser o que separa quem passa de quem fica na fila. O candidato sabe Direito, mas perde ponto por responder de forma genérica, errar concordância e regência, ou não seguir o formato que a banca pede. A correção humana mostra onde a resposta deixa de convencer o examinador.
Caminho recomendado
Informe banca e cargo
Indique se é FGV ou Cebraspe, o tribunal (TJ, TRT, TRF) e o cargo (analista, técnico).
Envie o comando completo
Mande a proposta, o estudo de caso ou a peça para o professor avaliar a aderência exata ao enunciado.
Receba o diagnóstico
A correção aponta norma culta, fundamentação jurídica, estrutura e resposta ao comando — item a item do espelho.
Ajuste a estratégia
Use o plano de ação para reduzir erros de norma (que descontam nota no Cebraspe) e adensar o raciocínio.
Como treinar a redação de tribunal
Etapa 1
Informe banca e cargo
Indique se é FGV ou Cebraspe, o tribunal (TJ, TRT, TRF) e o cargo (analista, técnico).
Etapa 2
Envie o comando completo
Mande a proposta, o estudo de caso ou a peça para o professor avaliar a aderência exata ao enunciado.
Etapa 3
Receba o diagnóstico
A correção aponta norma culta, fundamentação jurídica, estrutura e resposta ao comando — item a item do espelho.
Etapa 4
Ajuste a estratégia
Use o plano de ação para reduzir erros de norma (que descontam nota no Cebraspe) e adensar o raciocínio.
O que mais derruba nota em prova de tribunal
Erros de norma culta
Concordância, regência, crase e pontuação. No Cebraspe, cada erro desconta no cálculo NE/TL e pode zerar o esforço do conteúdo.
Resposta que não fundamenta
O texto cita o assunto, mas não constrói o raciocínio jurídico-argumentativo nem responde objetivamente ao caso proposto pela FGV.
Formato fora do esperado
Dissertação onde a banca pediu peça ou parecer, ou texto prolixo onde ela pede concisão. A forma errada custa pontos do espelho.
Só estudar a lei x treinar a escrita
Só decorar conteúdo jurídico
- Não testa sua norma culta sob pressão de prova.
- Não mostra se você responde objetivamente ao comando da banca.
- Não revela se a fundamentação convence o examinador.
Treinar com correção humana
Dúvidas sobre redação para tribunais
Como a FGV cobra a discursiva em concursos de tribunais?
A FGV costuma trabalhar com estudo de caso e peça/parecer: ela apresenta uma situação e pede que você responda objetivamente ao comando, com fundamentação e raciocínio jurídico-argumentativo. A nota se distribui por itens do espelho (apresentação, domínio do tema, estrutura e norma culta). Na correção, o professor lê sua resposta com esse espelho em mente e mostra exatamente onde ela ganha ou perde ponto.
E como o Cebraspe avalia a redação em tribunais?
O Cebraspe organiza a discursiva por quesitos e aplica desconto por erro: além de pontuar o conteúdo, ele desconta proporcionalmente os erros de norma culta (NE/TL — número de erros sobre total de linhas). Por isso, em prova Cebraspe, dominar a norma padrão vale tanto quanto saber o conteúdo. A correção humana aponta cada deslize de gramática, concisão e estrutura para você não sangrar nota no desconto.
O que é a metodologia Raio-X?
É o nosso método de correção humana. Em vez de só apontar erros, identificamos o raciocínio por trás deles, mostramos os pontos fortes que dá para explorar e entregamos um plano do que desenvolver — com análise por competência, comentários no seu texto, áudio e plano individual. Tudo feito por um professor que conhece o espelho da banca, não por uma IA.
Posso enviar a proposta da minha banca e cargo?
Sim. Você pode enviar tema próprio e indicar banca (FGV, Cebraspe ou outra), tribunal e cargo (analista, técnico, oficial de justiça). O professor contextualiza a correção para o padrão de prova daquele cargo, seja discursiva dissertativa, peça ou estudo de caso.
A correção serve para Analista e Técnico Judiciário?
Sim. Para Técnico, a banca tende a cobrar texto dissertativo com domínio firme da norma culta; para Analista (sobretudo área judiciária), a exigência de fundamentação jurídica e estrutura argumentativa é maior. A devolutiva ajusta a leitura ao seu cargo e ao que a banca espera.
É diferente da redação do ENEM?
Bem diferente. A redação de tribunal responde a um comando objetivo, exige norma culta impecável, concisão e raciocínio jurídico-argumentativo — e não a estrutura padronizada com proposta de intervenção do ENEM. O professor corrige no espelho da banca, não no modelo escolar.